Esta sou eu...ás vezes perdida...ás vezes distraida,vagueando pelo mundo mas sempre no mesmo lugar...Esta sou eu, e este é o ...o meu outro lado...

30
Jul 06

Hoje li um artigo, sobre mães de substituição ou barrigas de aluguer, e fiquei surpreendida com os numeros...Em Portugal muitos casais recorrem a esta alternativa, cerca de 10 casais, por ano  viaja pra os EUA (clinica b-comig) para realizar o sonho de ter um filho.Este sonho não pode ser realizado em Portugal, visto que em Portugal esta alternativa choca com a lei portuguesa.

artigo 8.º: "São nulos os negócios jurídicos, gratuitos ou onerosos, de maternidade de substituição." e

 "A mulher que suportar uma gravidez de substituição de outrem é havida, para todos os efeitos legais, como a mãe da criança que vier a nascer.(Lei n.º32/2006, de 26 de Julho, sobre a procriação medicamente assistida (PMA))".

O processo poderia ser considerado uma mera encomenda uma vez que o site disponibilizado pela clinica permite que os futuros pais, conheçam as caracteristicas, como idade, etnia, grupo sanguineo, religião, peso , altura, entre outras da mãe de substituição á distância de um "click".

A maioria das mulheres tem entre 25 e 35 anos e tem de ter um filho, é a condição imposta.

Este processo é moroso e sai caro, pois o casal terá que ir pelo menos 3 vezes aos EUA  e paga cerca 67 mil euros, estão incluídas aí, despesas das viagens, taxas da clinica, medicação, entre outras.

Este processo inicia-se no país de origem, onde os futuros pais, fazem exames e decidem o perfil da mãe de substituição, os hábitos, etc...demora mais ou menos 10 dias a encontrar a pessoa certa.

Enfim, eu pergunto-me se valerá a pena todo este esforço...pois existem tantas crianças á espera de alguém que as possa amar...vivem em instituições, privadas de amor e de um lar, enquanto que há pessoas a gastar dinheiro dessa forma para terem um filho...só por terem o mesmo sangue??!!!Os filhos devem ser do coração não de sangue!!!

Também acredito que a nossa Lei em relação á adopção não ajuda em nada...mas enfim, parece-me que seria uma opção mais sensata e com resultados mais positivos..porque no fundo enquanto os outros paises enriquecem, as crianças do nosso morrem á fome...sem ninguém!!

 Fonte: DN Online

publicado por perdida às 01:16
sinto-me: confusa
música: Imagine-jonh Lennon

23
Jul 06

Bem, esta poderia ser considerada piada, mas enfim...

Com o máximo respeito que tenho pelos senhores lá do parlamento da Madeira, fiquei surpresa com a noticia, cujo afirmam que foi criado um documento que define que os jornalistas, reporteres de imagem entre outros membros da comunicação social, deverão nas suas reportagens usar uma "indumentária consetânea". Quer isto dizer, por outras palavras, que que não poderão utilizar roupa "mais prática", , como Tshirts,  sapatilhas, etc.

Acho muito bem, toda essa formalidade, porque afinal de contas vivemos num país de IMAGEM no entanto, fica uma pergunta no ar, um jornalista tem a função de informar e relatar factos, ou ir para o Parlamento desfilar, e embelezar espaços????

Acho que, o que um jornalista ou reporter veste, não é importante desde que não interfira com o seu trabalho e profissionalimo...é uma questão que poderia ser evitada uma vez que é desprepositada...se o Parlamento se preocupasse com coisas necessarias em vez de estar a criar documentos a definir tipos de roupa...isso sim era IMPORTANTE!!!Qualquer dia temos as tendêcias da moda "Outono- Inverno", pelo PARLAMENTO(não me admirava nada).

Fonte:TVI

 

publicado por perdida às 03:16

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